sábado, 27 de outubro de 2012

Fatores de avaliação dos cargos

Ao avaliar um cargo, os fatores de avaliação devem ser considerados conforme a complexidade das atividades de sua empresa. Aqui relacionamos um modelo; você pode adaptá-lo de acordo com sua estrutura de cargos e atividades.
 
FATOR 1 – ESCOLARIDADE
Este fator avalia o grau de escolaridade requerido para o desempenho do cargo.
 
1 - Exigível 4ª série do 1º grau completo.
2 - Exigível 1º grau completo.
3 - Exigível ensino médio ou técnico completo.
4 - Exigível curso superior em andamento.
5 - Exigível curso superior completo.
6 - Exigível curso superior completo e desejável pós-graduação.
 
 
FATOR 2 – EXPERIÊNCIA
Este fator avalia o tempo de experiência requerido para o desempenho das funções inerentes ao cargo.
 
0 - Não exige experiência anterior.
1 - Experiência de 1 a 12 meses.
2 - Experiência de 12 a 24 meses.
3 - Experiência de 24 a 48 meses.
4 - Experiência mínima de 48 meses.
 
 
FATOR 3 - COMPLEXIDADE DAS TAREFAS/RESPONSABILIDADE POR ERROS/IMPACTO NO FUNCIONAMENTO
Este fator avalia o grau de complexidade das funções inerentes ao cargo e a possibilidade de ocorrência de erros que possam impactar negativamente o funcionamento da empresa.
 
1 - Tarefas mais simples, em geral padronizadas. O trabalho exige atenção e exatidão normais, e o impacto de erros no funcionamento da operação será pequeno. A detecção de erros demanda pequena perda de tempo.
2 - Tarefas diversificadas e de pequena complexidade. O trabalho exige consideráveis níveis de atenção e exatidão. A detecção de erros demanda considerável perda de tempo e retrabalho, impactando diretamente o funcionamento do processo.
3 - Tarefas diversificadas e de complexidade mediana. O trabalho exige elevado nível de atenção e exatidão, cujos erros apresentarão dificuldades para sua correção, ocasionando grande perda de tempo e retrabalho e tendo impacto negativo no funcionamento e nos resultados da empresa.
4 - Tarefas diversificadas e de elevada complexidade. O trabalho exige elevado senso de responsabilidade e de atenção e exatidão. Os erros apresentarão enormes dificuldades para sua correção, ocasionando grande perda de tempo e retrabalho, tendo um impacto muito negativo no funcionamento e nos resultados da empresa, podendo, até, prejudicar a sua imagem.
 
 
FATOR 4 – RESPONSABILIDADE POR EQUIPAMENTOS/VALORES
Este fator avalia a responsabilidade exigida para manusear ou controlar equipamentos e valores, além da responsabilidade exigida para a comunicação de fatos/erros.
 
0 - O trabalho não exige responsabilidade por equipamentos, valores e documentos.
1 - O trabalho contempla manuseio de equipamentos e controle financeiro.
2 - O trabalho contempla manuseio ou controle de equipamentos e preservação da segurança.
3 - O trabalho exige responsabilidade por manuseio do equipamento, valores, documentos e preservação da segurança.
4 - O trabalho exige responsabilidade por equipamentos, valores, documentos e preservação da segurança individual, coletiva e da empresa.
 
 
FATOR 5 – CONTATOS
Este fator avalia a responsabilidade pelos contatos externos necessários ao desenvolvimento do trabalho.
 
0 - Não exige contatos externos.
1 - Exige contatos com os clientes e/ou fornecedores para esclarecimento de assuntos padronizados.
2 - Exige contatos com os clientes e/ou fornecedores e outros, os quais requerem tato, bom senso, conhecimento técnico e certo grau de independência.
3 - Exige contatos com os clientes, os quais requerem conhecimentos técnicos, capacidade de comunicação e autonomia para tomar decisões de acordo
com sua alçada.
4 - Exige contatos com os clientes e/ou fornecedores e outros e/ou órgãos públicos, os quais requerem capacidade de comunicação e negociação, autonomia para tomar decisões e conhecimento/visão global da empresa.
 
 
FATOR 6 – AUTONOMIA/INDEPENDÊNCIA EM RELAÇÃO À CHEFIA
Este fator avalia a habilidade necessária para agir em situações novas, sem instruções específicas, incluindo os vários graus de decisão.
 
1 - O ocupante do cargo recebe todas as instruções necessárias para a realização do seu trabalho.
2 - O ocupante do cargo recebe algumas instruções de sua chefia e desenvolve algumas tarefas por iniciativa própria.
3 - As diretrizes gerais são estabelecidas pela chefia. O ocupante do cargo tem a autonomia de julgar os processos mais adequados.
4 - As diretrizes gerais são estabelecidas pela chefia, cabendo ao ocupante do cargo adaptá-las às situações em que não exista padrão preestabelecido, exigindo condições para interpretar resultados e tomar decisões.

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